Um ditado muito antigo diz que a
coisa mais importante no homem é a palavra, se uma pessoa não cumpre com a
mesma não merece confiança, para as pessoas honestas sinceras que cumpre com o
que diz basta um sim, não precisando assinar nenhum documento basta sua palavra que
tudo estará resolvido, com os políticos
é ainda pior suas palavras não tem a mínima credibilidade, com raríssimas exceção
alguém dessa classe merece alguma confiança
aqui na terra de Nossa senhora da
Conceição e São João Batista, hoje nesta quinta feira dia 29, dia de são Pedro,
ficou claro que o P C do B também não
cumpre com o que promete , portanto não
merece confiança dos eleitores desse município é mesmo traidor, não é a
primeira vez, com Canindé de França ,
com pinheiro e agora foi com o PT. Nas ultimas semanas o partido dos
trabalhadores se desdobrou para unir sua base em torno de um projeto político, mesmo não
sendo do grado de todos os
membros do partido, mas um projeto que ia se construído conjuntamente , entre
PT e P C do B um projeto político tendo o Professor Flaviano Monteiro como o candidato a prefeito e outros partidos
aliados, as conversas foram longas e
envolveu toda direção estadual do
partido dos trabalhadores, a Deputada Fátima Bezerra o Deputado Mineiro, Edilson do
Sindicato Rural, Ecineide do PDA
Santa Cruz todos que fazem o PT local e estadual que tinha alguma influência
política; resultado depois de tudo certo em que o PT sairia coligado com o P C do B, o
PT indicando o vice na coligação , ou seja a menos de vinte e quatro horas das
convenções, fomos avisados que não
teremos mais coligação, alegação por
parte do PC do B? é que
houve uma reunião com a executiva do partido e
José Maria reivindicou a vaga de
vice, uma desculpa vazia que não dá para entender pois todas as
coversas o mesmo zé Maria tomava
conhecimento e concordava segundo eles. Não
acredito que isso, aconteceu Po acaso, teve alguma coisa mais La de cima , muito em breve a verdade virá.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Aprovado investimento de 10% do PIB para a educação na Câmara
Comissão especial aprovou destaque mais polêmico do projeto que estabelece diretrizes para a educação no País
O investimento foi aprovado nesta terça-feira por meio de destaque do PDT, que cria ainda uma meta intermediária, de 7% do PIB para a área em cinco anos. O relator, Angelo Vanhoni (PT-PR), que havia sugerido 8%, apoiou de última hora a proposta.
Leia também: Mesmo com 10% do PIB, Brasil levará décadas para atingir desenvolvidos
O percentual de investimento é um dos destaques que foi votado nesta terça-feira. Mais cedo, a comissão aprovou a antecipação da meta de equiparação do salário dos professores ao rendimento dos profissionais de escolaridade equivalente. O relatório do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) previa a equiparação até o final da vigência do plano, que é de dez anos. Mas, o destaque dos deputados Antonio Carlos Biffi (PT-MS) e Fátima Bezerra (PT-RN) estabelece a equiparação até o final do sexto ano do PNE, o que corresponde a 2016.
Assim que todos os destaques forem votados, o texto segue para o Senado. O PNE estabelece diretrizes para a área em 10 anos

segunda-feira, 25 de junho de 2012
Morre, em Recife-PE, o “Padre Pedro Neefs”
Morreu o “Padre
Peter Marinus Maria Neefs”, 83, ou simplesmente “Padre Pedro Neefs”,
religioso de origem holandesa com enorme trabalho social fincado neste
sertão brasileiro. A notícia foi passada através do Twitter pelo
jornalista Crispiniano Neto.
O deputado Fernando Mineiro (PT)
acrescentou que sepultamento será hoje ainda em Recife-PE. Não foi
esclarecida a causa da morte.
Ele tinha superado mais um delicado
quadro de saúde, mas faleceu hoje. No final do ano passado, Padre Pedro
foi internado com quadro de infecção urinária e insuficiência
respiratória. Teve tratamento no Hospital Português (Recife), ganhando
alta e retornando ao abrigo de padres na Várzea, em Recife.
Natural da cidade de Breda, Holanda,
Neefs nasceu no dia 03 de fevereiro de 1929. Dez anos mais tarde, em
1939, o mundo passava por outro grande impacto, conseqüência da eclosão
da 2ª Guerra Mundial.
No ano de 1940, foi enviado ao
Seminário Menor, onde começou os estudos teológicos. Convidado por um
grupo de padres do Sagrado Coração de Jesus, chegou ao Brasil, em 1952,
para concluir o seminário maior. No Brasil, Peter Marinus Neefs
traduziu o nome para o português e manteve seu sobrenome, assim se
transformou em Pedro Neefs. Foi ordenado no dia 1º de dezembro de 1957,
no Recife-PE.
Em 1957, retornou a Holanda para ser
ordenado padre e celebrar sua primeira missa. Dois anos mais tarde foi
enviado a cidade de Beberibe-CE para realizar o trabalho de pároco. No
entanto, suas idéias não foram aceitas, sendo “expulso” da paróquia
pelos superiores.
Em 1965, Pedro Neefs foi transferido
para a paróquia de São João Batista e Nossa Senhora da Conceição,
sediada na cidade de Apodi, substituindo o padre Manoel Balbino da
Silva, permanecendo em Apodi por um período de quase cinco anos, ou
seja, até o ano de 1970, quando foi substituído pelo saudoso e
conterrâneo, Padre André Demertetelaeere. Nessa cidade ele foi
responsável por grandes conquistas, não para si, e sim, para a
população apodiense, como foi o incentivo para a criação de FUNDEVAP e a
construção do Estádio Antônio Lopes Filho.
Na Diocese de Mossoró, padre Pedro
encontrou apoio. Segundo ele, na realidade era uma diocese com padres
muito avançados. Porém, diante do trabalho de repressão e das
diferenças de pensamento na própria igreja, padre Pedro disse que nessa
época descobriu na diocese de Mossoró “que existia uma igreja oficial e
uma igreja do povo”.
Campo Grande
Nesse período, estava sendo inaugurada a
Universidade Regional do Rio Grande do Norte (FURRN). Diante de um
boato que seria candidato a prefeito na cidade, fruto do apoio popular e
do trabalho desempenhado pelo padre, ele foi afastado pela Diocese de
Santa Luzia de Mossoró dos trabalhos como pároco da Paróquia de São
João.
Em 5 de agosto de 1979, o padre Pedro
Neefs, ícone das lutas e causas sociais, chegava para atuar no
município na Paróquia de Santana, na cidade de Campo Grande , quando
ainda se chamava Augusto Severo. Nessa cidade sua trajetória de formação
política conquistou, na época, seu ápice.
O trabalho desenvolvido em toda
paróquia foi o de defender os mais necessitados, principalmente na luta
pela reforma agrária, que ganhou força após a disseminação de suas
idéias, já que não existia até então. Ao chegar à cidade o pároco se
aproximou do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, que prestava assessoria
a toda a população ligada ao campo.
O holandês ainda se vinculou aos
jovens, onde o trabalho de formação política foi vital na busca do seu
ideal. “Na semana santa de 1980, juntou 80 jovens de Campo Grande e
fundou o grupo de jovens, que foi o primeiro grupo da cidade”, destacou a
coordenadora da Cooperativa Sertão Verde, Zuleide Araújo.
Em 1986, o padre defendeu o direito ao
trabalho de várias mães de família apoiando a criação da Associação
Comunitária dos Trabalhadores Avulsos e Artesãos de Augusto Severo
(ACTAS), que se tornou responsável por absorver toda a produção,
vendendo-a em Natal e no mercado exterior, como Holanda.
“Como eu não pertencia a nenhum partido político, fiquei mais livre para o ideal da minha vida de mudar e transformar a vida e a cabeça do povo que botava a culpa em Deus sem assumir o atraso e a pobreza reinante. Quis ensinar que devemos ter nosso futuro em nossas mãos”, disse padre Pedro Neefs.
Ele passou a viver e passar por
tratamento de saúde em Recife-PE. Depois de passar vários anos
prostrados em uma cadeira de rodas, conseguiu voltar a andar
precariamente.
Depois de Apodi, o religioso ainda
trabalhou na diocese de Mossoró, sendo mandado várias vezes ao Vaticano
em trabalho oficial da igreja. Em 1979 voltou ao Rio Grande do Norte,
dessa vez para atuar na cidade de Augusto Severo, hoje Campo Grande. É
membro da cadeira nº 17 de da Academia Apodiense de Letras, fundada em
23 de março de 2006, que tem como titular o saudoso Dr. Francisco
Alcivan Pinto.
Com informações biográficas do Blog Oeste News.
Fonte B. de C. Santos
Cuidado com
“o alarmismo climático”
Ninguém precisa ficar com complexo de culpa porque usa automóvel.

O programa Entrevista Record, que vai ao ar nesta segunda-feira, às 22h15, na RecordNews, logo após o programa do Heródoto Barbeiro, exibe importante depoimento do professor José Bueno Conti, doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia da USP, autor do livro “ Clima e Meio Ambiente”.
O professor Conti é um dos cientistas e professores signatários da Carta Aberta enviada à Presidenta Dilma, às vésperas da Rio+20:
http://agfdag.wordpress.com/2012/05/19/carta-aberta-a-presidente-dilma-rousseff/
A Carta começa por endossar a tese da Presidenta de que “a fantasia” não tem lugar em discussão sobre meios de promover o crescimento econômico.
Também repudia “as motivações ideológicas, políticas, econômicas e acadêmicas” que tem pautado a discussão sobre o Clima, e se afastaram “dos princípios basilares da prática cientifica”.
Assim, o professor Conti concorda com a Presidenta ao estabelecer a erradicação da pobreza como a prioridade da Rio+20.
Primeiro, Conti refutou que o Homem mude o clima da Terra.
A ação do homem tem efeito limitado, circunscrito – e, não, global.
Ninguém precisa ficar com complexo de culpa porque usa automóvel.
Conti lembra que há 88 vulcões no mundo em atividade, com muito maior impacto sobre o clima global do que o homem.
Que o vapor da água é muito mais importante – e não hã como controlá-lo.
As grandes metrópoles juntas, somadas, com sua poluição localizada, são apenas um por cento da superfície da Terra.
Conti lamenta esse furor contra o petróleo e a proposta alternativa – energia do vento, do sol.
É tudo muito caro, que o pobre não pode consumir.
O petróleo e a energia hidrelétrica são muito mais baratas e acessíveis ao pobre.
A discussão sobre a “descarbonização”, como diz a Carta Aberta, é “desnecessária e economicamente deletéria”.
Conti levou um recorte da Folha, dos anos 50, que anunciava para os proximos 50 anos o derretimento da calota polar e o alagamento de Tóquio pelo aumento do volume da água.
Nos anos 70, foi a ameaça da “dessertificação”.
Como diz a Carta à Presidenta, “o alarmismo ambientalista … terá de ser apeado do atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios cientificos, o bem comum e o bom senso.”
Como disse o professor Conti, os pobres da África, da China, do Brasil não estão preocupados com o “meio ambiente”, mas com comida.
Ninguém deve sair por aí a derrubar árvores.
Mas, o homem não está com essa bola toda.
Não é ele quem aquece a Terra – disse Conti.
E, se daqui a algum tempo, como prevêem Conti e a Ciência, houver um esfriamento da Terra, que papel caberá ao Homem ?
Por Paulo H. Amorim
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Chegou a hora da mudança, para o SINTE vote Chapa 2 – Transparência, Compromisso e Verdade. VOTE PRA MUDAR!

Da Redação
DIGA NÃO! AOS 30 ANOS DA MESMA DIREÇÃO.
VOTE CHAPA 2 – TRANSPARENCIA, COMPROMISSO E VERDADE: CORAGEM PRA MUDAR!
Colegas Professores e Funcionários:
Percorremos cada recanto do nosso Estado, sentamos em salas de Professores, Secretarias de Escolas e salas de Coordenadores Pedagógicos, tomamos café na cozinha de cada escola com os nossos colegas funcionários servidores da educação, com o intuito de mostrar propostas para a nossa categoria que está prestes a eleger sua nova diretoria sindical.
Somos a Chapa 2 – somos Professores e Funcionários desejosos de perpetrar um novo fazer sindical, onde o principal objetivo seja a luta em prol da nossa categoria sem conchavos políticos, sem “arrumadinhos” e nem tão pouco com nepotismo e sem o atrelamento a gabinete parlamentar.
O nosso sindicato é maior do que 127 municípios do nosso estado, em numero de eleitores, somos 30.000 aptos a votar e em numero de arrecadação financeira é R$ 350.000,00 mensais quase R$ 4 milhões anual.
Assim sendo, vimos a sua presença solicitar o seu apoio no sentido de: Além do seu voto, nos dar o apoio na fiscalização, para que assim o pleito possa ocorrer de forma transparente e licita.
Obrigada.
terça-feira, 19 de junho de 2012
PNE: relatório é aprovado com investimento de 8% do PIB, com possibilidade de chegar a 10% |
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Foi
aprovado na quarta (13) na Câmara dos Deputados o texto principal do
Plano Nacional da Educação (PL 8035/10). Às vésperas da sessão (12), o
relator Angelo Vanhoni (PT-PR) realizou duas alterações na meta 20 do
parecer, que trata da execução das metas do Plano. Uma delas é a
definição de que o investimento público na Educação será de 8% do
Produto Interno Bruto (PIB), de forma direta. A
segunda mudança prevê o investimento de 50% dos recursos provenientes
dos royalties do Pré-sal no setor, garantindo que, desta forma, ao final
de dez anos sejam investidos pelo menos 10% do PIB na área.
Apesar dos 10% finalmente terem sido
incorporados ao texto do relatório principal do PNE, os deputados que
reivindicavam a aplicação direta desse percentual não ficaram
satisfeitos. Segundo eles, os recursos advindos do Pré-Sal ainda não
estão garantidos e não se sabe qual é o seu montante.
O Coordenador do Departamento de
Funcionários da CNTE, Edmilson Lamparina, acompanhou a votação e tem a
mesma opinião sobre o tema. "Ficou a dúvida se realmente os recursos do
Pré-sal serão suficientes para se alcançar os 10% para a educação",
destacou o dirigente.
Uma das possibilidades levantadas pelos
parlamentares seria mudar a lei do Pré-Sal. Outra alternativa seria
aprovar destaque ao parecer original mudando o investimento de 8% para
10%, de forma direta. A análise dos destaques ficou agendada para o dia
26 de junho.
Fonte: CNTE
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domingo, 17 de junho de 2012
Luto no SINTE
É com grande pesar que noticiamos o falecimento
do companheiro Francisco Canindé
Silva no inicio deste domingo. Canindé como era mais conhecido morava em
Natal e era diretor do SINTE estadual, não temos muitos detalhes do trágico acidente
que vitimou o companheiro Canindé, mas a noticia que tenho é que o mesmo se deslocava de João Câmara para natal quando aconteceu o acidente com seu carro . Depois traremos mais detalhes.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
ELEIÇÕES DO SINTE
De hoje a
oito dia haverá a eleição para SINTE, na
próxima quinta feira dia 21, portanto; será realizada as eleição disputadíssima, onde três chapas concorrerão direção do
maior sindicato do estado do Rio
Grande do norte SINTE- Qualquer uma das três
chapas que tiver a maioria de votos ganha e leva tudo. Pessoalmente
acho errada essa forma de escolha da diretoria do sindicato, por quê? A luta do
sindicato é de todos, as conquista também, e para dirigir o sindicato deveria ser como
antigamente; um sistema de
proporcionalidade , a disputa das chapa existia mas todos tinha
o direito de indicar diretor, dependo do seu desempenho nas eleições . Concordo
com janeayre que mostra muito bem em seu site porque o SINTE se tornou objeto de disputa ferrenha internamente, chegando
ao ponte excluir companheiros valorosos comos os que hoje são ligados a COLUTAS, C T B e até mesmo uma parte de seu próprio grupo.
Veja o que diz janeayre:
Veja o que diz janeayre:
Quero agradecer o carinho e o respeito pelo qual os trabalhadores em educação tem nos recebidos nas escolas por onde passamos, eles trazem o real sentimento de mudança e do novo. Vote chapa 2 – Transparência, Compromisso e Verdade! Por SINTE Autônomo e Democrático. Coragem para Mudar! Esse é o real sentimento da categoria.
Estamos chegando a cada local de trabalho, em cada escola, em cada DIRED e na SEEC apresentando as nossas propostas. Propostas essas que foram construídas no chão da escola. Propostas construídas de acordo com o desejo e o pensar dos trabalhadores em educação.
Trazemos a mesma indagação da categoria e nos perguntamos por que é que alguns companheiros que exercem o cargo de Coordenador Geral de algumas regionais, não assumem e não compartilham com a categoria que são assessores parlamentares e que recebem por essa assessoria uma quantia de R$ 1.000,00. Não consigo entender por que esconder isso da categoria.
Não podemos mais aceitar que o SINTE seja refém de mandato parlamentar e nem de um único partido politico. O sindicato tem que estar a serviço dos trabalhadores em educação. O SINTE tem que ser livre de parlamentares, o SINTE tem que ser independente.
De acordo com o Novo Jornal, edição do mês de março do corrente ano, o SINTE é maior do que 167 municípios do RN, em número de eleitores, pois são 30.000 aptos a votar e uma arrecadação mensal de R$ 350.00,00 e quase R$ 4 Milhões anual.
No dia 21 de junho vote Chapa 2 – Transparência, Compromisso e Verdade! Por SINTE Autônomo e Democrático. Coragem para Mudar!
domingo, 10 de junho de 2012
Pesquisador alerta para erros sobre a seca e o semiárido
"Quando um ano de baixa precipitação assusta a sociedade e os governos, isso é um sinal de que até hoje o semiárido é uma região mal compreendida". É com essa declaração que Haroldo Schistek comenta as notícias de que o semiárido brasileiro enfrenta a maior seca dos últimos 50 anos. Idealizador do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada - IRPAA, ele esclarece que "anos de mais baixa precipitação não devem assustar a ninguém, ao contrário, devem ser considerados como fator de produção". Diante das dificuldades enfrentadas pelos sertanejos que dispõem de pouca terra e não têm infraestrutura para enfrentar os períodos mais críticos, Schistek lamenta: "Sabemos que para o povo, agora é a hora de cuidar da vida, ter carro-pipa, achar preço bom para os animais, procurar emprego para alimentar a família. Ir atrás de subsídios do governo. Serão longos meses de sol quente, de poeira e de muitas caminhadas e viagens. Será uma luta, uma batalha, até alcançar a próxima chuva". Schistek destaca que o semiárido está sendo invadido por "mineradoras" e "projetos que expulsam a população, destroem a caatinga, explorando os bens naturais, sem maiores benefícios para as populações locais, causando desertificação". A preservação da Caatinga, enfatiza, é fundamental para garantir a regularidade da temperatura, das chuvas e a fertilidade do solo do semiárido.
Júnior Santos
Haroldo
Schistek, pesquisador do semiárido: O bioma Caatinga é a garantia para a
vida do povo, é o patrimônio nativo do Brasil e é um bem que deve ser
herdado de maneira intacta pelos filhos e netos.

Haroldo Schistek é teólogo pela Universidade de Salzburgo, Áustria, agrônomo pela Universidade de Agricultura em Viena e da Faculdade de Agronomia do Médio São Francisco em Juazeiro, na Bahia. É idealizador do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada - IRPAA, com sede em Juazeiro, fundado em 1990. Atualmente integra a Coordenação Coletiva do IRPAA como coordenador administrativo.
A imprensa tem informado que a atual seca do semiárido brasileiro é a maior dos últimos 50 anos. É possível fazer distinções entre a seca atual e a de outros momentos, mesmo considerando que este é um processo natural do semiárido brasileiro?
O termo "seca", a meu ver, não cabe bem no contexto climático do semiárido. A palavra "seca" quer caracterizar uma situação climática excepcional, de baixa pluviosidade, numa região que normalmente apresenta chuvas regulares. Esta definição não se aplica ao semiárido brasileiro. Anos de mais baixa precipitação não devem assustar a ninguém, ao contrário, devem ser considerados como fator de produção. Quando um ano de baixa precipitação assusta a sociedade e os governos, isso é um sinal de que até hoje o semiárido é uma região mal compreendida. Para a natureza, os seus animais e plantas, um ano como este não é nenhuma catástrofe. Em milhares de anos souberam se adaptar e criar resistência. Uma catástrofe, isto sim, é a falta de preparo dos nossos governos. Tiveram três décadas, deste a última grande seca, para não, mais uma vez, serem apanhados de surpresa. Porém, precisam mais uma vez tomar medidas de emergência, gastar somas vultuosas para evitar maiores prejuízos econômicos e mortes da população.
Como as populações do semiárido brasileiro convivem com a seca e com as demais características do semiárido?
Na última grande seca de 1979 a 1983, fui convidado a acompanhar uma equipe de reportagem para retratar os acontecimentos no Sertão nordestino. Partimos de Recife, viajamos longitudinalmente pelo estado da Paraíba e atravessamos Pernambuco, em direção à Bahia. Foi assustador o que vimos. Levas de gente nas estradas, fogões de lenha nas casas, sem nenhuma brasa, armazéns da Cobal saqueados, e frentes de serviço fazendo estradas, que foram levadas pela primeira chuva. Mas quando atravessamos a ponte sobre o rio São Francisco e nos dirigimos para o Distrito de Massaroca, município de Juazeiro, parecia que tínhamos mergulhados em outro mundo. A feira abastecida de tudo que se precisa, farinha, feijão e rapadura, roupas e chocalhos. As árvores em torno eram ocupadas pelas cordas dos jegues e cavalos amarrados e o povo alegremente tomando sua pinga.
Um dos agricultores nos convidou para almoçar. Perguntamos: "Aqui choveu?", porque por onde passamos só vimos fome e miséria. "Choveu nada", foi a resposta, "só sobrou um pouco de mandioca na roça. Nem milho, nem feijão. Mas temos o criatório (cabras e ovelhas) e o pasto para eles é a Caatinga. Aqui é uma grande área de Fundo de Pasto. Aqui ninguém passa necessidade", disse ele. Momentos como esse fizeram descobrir e definir o novo paradigma da convivência com semiárido, jogando para o lixo da história o "combate à seca". E não foi muito diferente agora, com a seca atual: telefonei para a cooperativa de beneficiamento de frutas nativas, como umbu e maracujá do mato, a Coopercuc, que atende aos municípios de Canudos, Uauá e Curaçá, e o presidente me contou que conseguiram facilmente alcançar e até ultrapassar a meta visada, atendendo assim a todas as encomendas. Foram 190.000 toneladas de frutas nativas da Caatinga. E mais: nestas duas semanas passadas inauguraram três minifábricas para beneficiar frutas nativas, dentro das medidas do nosso programa de Recaatingamento. Foram eventos muito festivos, com churrasco de carne de bode, reunindo toda vizinhança do povoado interioriano. Os de fora se admiraram: onde está a seca de que tanto se fala? São comunidades tradicionais, que tiram seu sustento básico da criação de animais de médio porte e onde a Caatinga preservada é o fundamento.
Não podemos generalizar esta situação benigna. Pois a maioria dos agricultores, por circunstâncias históricas e políticas, são obrigados a sobreviver em cima de uma terra pequena e dependendo principalmente do plantio da roça.
A que atribui os impactos ambientais do semiárido brasileiro e a dificuldade de desenvolver a região? Há risco de desertificação no semiárido brasileiro?
Para entender mais sobre nossa região, o que ela oferece, onde ficam os limites e quais são as propostas para uma vida econômica estável, quero destacar alguns elementos. A estiagem recente no semiárido brasileiro se enquadra no comportamento previsível do tipo climático, com suas chuvas irregulares, no tempo e no espaço geográfico. Quer dizer, nunca se sabe quando se terá outra chuva nem em que área ela cairá. Nem se sabe quando iniciará o período chuvoso, nem quando será a última chuva. E tem mais: a irregularidade é muito mais acentuada em certos anos. Não é novidade desde a grande seca dos anos 1980, que a cada 26 anos há uma estiagem forte. São muitos os "ingredientes" que fazem chover ou que impedem a chuva no semiárido brasileiro: A Zona de Convergência Intertropical, el niño, la niña, frentes frias do sul, a temperatura da água da porção do Oceano Atlântico que se encontra entre o Nordeste do Brasil e África. Além das contribuições feitas pelos humanos, através de desmatamentos, plantios extensos de pastos e grãos inadequados, trazendo consequências, uma vez que, a terra despida da sua roupa de Caatinga aquece o ar demasiadamente e, por sua vez, empurra as nuvens em alturas inadequadas. Podemos dizer que a cobertura intacta da Caatinga é o regulador da temperatura e da chuva, mantendo a fertilidade das terras e amenizando as influências naturais sobre o clima.
Com o desmatamento, a expansão urbana e outras formas de ocupação desse espaço geográfico, de forma acelerada e apesar da seca, podemos dizer que o semiárido vive uma fase de transformação?
Estamos numa fase de nova invasão do semiárido, que é mais devastadora que a dos portugueses. São os grandes projetos que expulsam a população, destroem a caatinga, explorando os bens naturais, sem maiores benefícios para as populações locais, causando desertificação. A exemplo das mineradoras, grandes projetos energético e de irrigação. Tais projetos ampliam a concentração de renda, o êxodo rural. Para os grandes fica o lucro, e para o povo ficam as "bolsas". Prometem "emprego" para um povo que não necessita de emprego, pois já tem seu ganho de vida, como homem livre, na agricultura e criação de animais, mas necessita de segurança na terra, e terra, em tamanho adequado para as condições de semiaridez.
O que tem impedido o desenvolvimento social e econômico do semiárido? Pode-se dizer que é a má distribuição de água e não a seca?
O problema não é a má distribuição da água, mas da terra. Precisamos assim, mais uma vez, insistir num fato que muitos preferem não mencionar, por ser incômodo, por tocar em privilégios de uma minoria e de ser perigoso e, em muitos casos, até mortal. Trata-se da questão da terra, ou melhor, do tamanho dela. A Embrapa Semiárido afirma que nas áreas da grande Depressão Sertaneja, as mais secas do Semiárido, uma propriedade necessita de até 300 hectares de terra para ser sustentável, sendo a atividade principal a criação de caprinos e ovinos. Assim, a principal forma de preservar o nosso bioma, a Caatinga, é garantir às famílias um tamanho de terra adequado às condições de semiaridez. Quanto menor a quantidade de chuva na região, mais terra se precisa. Enquanto isso, qual é a realidade? Propriedades de dois, três, dez hectares, enquanto no outro lado da cerca uma única pessoa possui dois, três, dez mil hectares. É preciso elaborar uma proposta de reforma agrária apropriada às condições socioambientais do semiárido. Em muitos casos as famílias possuem terra, são da terra, mas só precisam dela em tamanho suficiente para ter uma produção estável, podendo garantir reservas e assim suportar as instabilidades climáticas. Sendo assim, poderemos esquecer para sempre os programas famigerados como O Bolsa Família, carros-pipa, cestas de alimentos e, ultimamente, O "Bolsa Estiagem". Evidentemente, o tamanho da terra necessário para viver bem no semiárido varia de região para região, depende da chuva, da fertilidade do solo, da formação topográfica. Mas sempre é maior do que de fato as famílias possuem, ou o que o Incra disponibiliza nos seus assentamentos e é alcançável financeiramente pela cédula da terra.
Como avalia o desenvolvimento do semiárido nos últimos anos? Como os sertanejos convivem com os períodos de seca?
Um jeito que o povo encontrou de viver bem no semiárido é se organizando em comunidades de Fundo de Pasto, forma tradicional de posse de terra no semiárido, remota desde as Sesmarias, e atende a esta característica: preservação e viabilidade econômica. As áreas de pasto não são individualizadas, não possuem cercas para separar cada propriedade. Os animais de todos os proprietários pastam livremente em toda a área, deslocando-se sempre para aquelas manchas verdes onde choveu recentemente. Com isso eles evitam superpastoreio e garantem animais bem alimentados. Organizando dessa maneira a terra, de forma coletiva, a área necessária por família pode ser bem menor, mesmo na Depressão Sertaneja: entre 80 e 100 hectares. A área do Fundo de Pasto fica sob a responsabilidade de uma associação, dos próprios donos. Temos belos exemplos de como essa forma organizacional eleva a consciência ambiental e protege a Caatinga, como na região de Canudos, por exemplo.
Que políticas públicas são necessárias para garantir o desenvolvimento do social, econômico e ambiental do semiárido?
O bioma Caatinga é a garantia para a vida do povo, é o patrimônio nativo do Brasil e é um bem que deve ser herdado de maneira intacta pelos filhos e netos. Onde a Caatinga não existe mais, os efeitos de estiagens são muito mais devastadores. Portanto, menciono oito preceitos da produção apropriada para o semiárido.
1. Perseguir a sustentabilidade para não ocorrer desertificação: criação de animais de maneira inadequada, animais impróprios para o semiárido, desnudação de grandes áreas e plantas que não suportam o clima, além da concentração fundiária, são as causas da desertificação.
2. Recaatingamento para repor a vegetação e riqueza da Caatinga perdida.
3. Tamanho da terra: os zoneamentos agroecológicos realizados pela Embrapa precisam, além de mostrar o uso correto da terra, conforme a configuração edafoclimático, indicar também a área mínima para que uma propriedade seja viável, mesmo em anos mais secos. Esses dados devem ser a base para titulação de terras e assentamentos do Incra.
4. Priorizar a produção animal de pequeno e médio porte, pois o semiárido é por excelência uma região pecuária.
5. Para manter a riqueza da Caatinga e seu aproveitamento racional para a criação de animais e extrativismo, precisa-se do manejo correto, fazer reservas alimentares para os meses sem chuva e maiores do que para um ano, para não precisar comprar "farelos" na cidade. Isso deve ser o ponto de partida, para a Assistência Técnica e Extensão Rural.
6. Em regiões, microclimas/nichos climáticos, onde a agricultura pode ser indicada, é indispensável a escolha de plantas que consigam lidar com a grande irregularidade das chuvas. Porém, para que o agricultor tenha depois sucesso na venda dos seus produtos, espera-se mais flexibilidade dos órgãos estaduais na promoção de sua comercialização. Assim, o Seguro Safra pode ser algo do passado ou então existirá somente para anos extremos.
7. O extrativismo e consequente beneficiamento e comercialização a exemplo do Umbu, do maracujá do mato e outros, tem mostrado o grande potencial financeiro e também em termos de preservação do bioma, quando a agricultura familiar assume a etapa da transformação dos produtos primários. A inclusão destes produtos nos programas locais de alimentação deve ser prioridade de todos os níveis governamentais. Não há como tolerar que uma prefeitura compre doce de goiaba, de péssima qualidade, de um fornecedor do Rio Grande do Sul, enquanto na porta são disponíveis produtos locais, orgânicos e reconhecidos pela qualidade.
8. Devido ao grande potencial da Caatinga e a pouquíssima expressividade de áreas irrigadas, somente em torno de 2% do semiárido são economicamente aptos para a irrigação, as universidades de agronomia e escolas técnicas do Semiárido devem concentrar esforços para um ensino agronômico dirigido para a região.
Haroldo Schistek, agrônmo e pesquisador do semiárido: T. Norte
Curiosidade
O dia 11 é tido na numerologia como um número ligado ao azar e às tragédias. Até mesmo tempo, os estudiosos da Bíblia o têm como um número cabalístico. Dois são os motivos básicos dessa crença. O primeiro é a venda de José, pelos 11 irmãos, num dia 11. A outra é a venda do próprio Jesus por Judas Escariotes, que, segundo os curiosos, teria ocorrido às 11h de um dia fatídico. Empreendimentos cujos protagonistas desejam sucesso evitam sempre o dia onde para inaugurações, lançamentos, inícios. Alguns eventos trágicos ocorridos em datas de 11 em diferentes países dão sustentação à crendice: 11 de março de 2011, tsunami seguido de terremoto no Japão; 11 de janeiro de 2011, catástrofe por enchentes no Rio de Janeiro; 11 de setembro de 1973, golpe militar no Chile e assassinato de Salvador Allende; 11 de setembro de 2001, ataque às torres gêmeas, 11 de março de 2004, explosão simultânea de trens na Espanha, por terroristas. Como estudioso da cultura popular, não acredito nessas coisas, mas as estudo com muita curiosidade. Talvez seja como dizem os espanhóis: Yo non lo creo, mas que hay, hay. Por isso, muita gente evita iniciar qualquer processo de disputa numa data de 11 e ainda mais às 11h, horário da venda de Jesus Cristo.
Crispiniano Neto: J. de Fato
O dia 11 é tido na numerologia como um número ligado ao azar e às tragédias. Até mesmo tempo, os estudiosos da Bíblia o têm como um número cabalístico. Dois são os motivos básicos dessa crença. O primeiro é a venda de José, pelos 11 irmãos, num dia 11. A outra é a venda do próprio Jesus por Judas Escariotes, que, segundo os curiosos, teria ocorrido às 11h de um dia fatídico. Empreendimentos cujos protagonistas desejam sucesso evitam sempre o dia onde para inaugurações, lançamentos, inícios. Alguns eventos trágicos ocorridos em datas de 11 em diferentes países dão sustentação à crendice: 11 de março de 2011, tsunami seguido de terremoto no Japão; 11 de janeiro de 2011, catástrofe por enchentes no Rio de Janeiro; 11 de setembro de 1973, golpe militar no Chile e assassinato de Salvador Allende; 11 de setembro de 2001, ataque às torres gêmeas, 11 de março de 2004, explosão simultânea de trens na Espanha, por terroristas. Como estudioso da cultura popular, não acredito nessas coisas, mas as estudo com muita curiosidade. Talvez seja como dizem os espanhóis: Yo non lo creo, mas que hay, hay. Por isso, muita gente evita iniciar qualquer processo de disputa numa data de 11 e ainda mais às 11h, horário da venda de Jesus Cristo.
Crispiniano Neto: J. de Fato
terça-feira, 5 de junho de 2012
União repassa complementação do Fundeb |
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Já está disponível nas contas correntes
dos estados, do Distrito Federal e dos municípios a quinta parcela da
complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da
Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) depositou no
último dia 31 de maio a soma de R$ 606,8 milhões.
Neste ano, a complementação da União
contempla nove estados e seus municípios, os quais não alcançaram com
sua própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido
para 2012, que é de R$ 2.096,68. São eles: Alagoas, Amazonas, Bahia,
Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.
Principal fonte de financiamento da
educação básica pública, o Fundeb é formado por percentuais de vários
impostos e transferências constitucionais, como o Imposto sobre
Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços (ICMS). Pelo menos 60% dos recursos devem ser
usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo
exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais.
O restante serve para despesas de
manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras
ações, o pagamento de profissionais ligados à educação, como auxiliares
administrativos e merendeiras; formação continuada de professores;
aquisição de equipamentos e construção de escolas.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
13 municípios do RN
cancelam São João por causa de seca
Municípios preferiram não realizar festejos em face
da situação de emergência que enfrentam devido à estiagem.
A seca
que castiga o interior do Estado levou 13 municípios a suspender os
tradicionais festejos de São João. A decisão foi tomada após deliberação de
representantes da Associação dos Municípios do Oeste do Rio Grande do Norte –
AMORN, nesta semana, em de Pau dos Ferros.
Para os prefeitos, seria um contrassenso realizar os festejos estando as cidades sob o estado de emergência decretado em razão da seca.
Também foi levado em consideração as orientações do Procurador Chefe do Ministério Público de Contas junto ao TCE/RN, Thiago Guterres, no seminário de Gestão Pública promovida pela FEMURN, e do Procurador do Ministério Público Federal, Ronaldo Pinheiro.
Veja abaixo as prefeituras que cancelaram suas festividades:
1. Coronel João Pessoa
2. Francisco Dantas
3. Frutuoso Gomes
4. Itaú
5. Martins
6. Messias Targino
7. Paraná
8. Pilões
9. Portalegre
10. Riacho da Cruz
11. Rodolfo Fernandes
12. Severiano Melo
13. Venha ver
Para os prefeitos, seria um contrassenso realizar os festejos estando as cidades sob o estado de emergência decretado em razão da seca.
Também foi levado em consideração as orientações do Procurador Chefe do Ministério Público de Contas junto ao TCE/RN, Thiago Guterres, no seminário de Gestão Pública promovida pela FEMURN, e do Procurador do Ministério Público Federal, Ronaldo Pinheiro.
Veja abaixo as prefeituras que cancelaram suas festividades:
1. Coronel João Pessoa
2. Francisco Dantas
3. Frutuoso Gomes
4. Itaú
5. Martins
6. Messias Targino
7. Paraná
8. Pilões
9. Portalegre
10. Riacho da Cruz
11. Rodolfo Fernandes
12. Severiano Melo
13. Venha ver
Fonte: Porta Nominuto.com
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